segunda-feira, 3 de maio de 2010

Alice in Wonderland






Este mês estreou nos cinemas brasileiros mais uma incrível obra de Tim Burton, em 3D. O filme bateu o recorde de estréia de bilheteria de todos os filmes da Disney. Com aproximadamente 2 horas de filme o diretor retrata sua versão mágica do País das Maravilhas que, no entanto não é uma versão fiel do livro de Lewis Carroll.

Lewis Carroll (pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson) publicou o livro ''Alice's Adventures in Wonderland’’ em 1865.

O filme é ótimo, a fotografia é sensacional pois as cores vivas interagem em misturas peculiares que caem muito bem aos olhos. Na minha opiniao tres (ou quatro) personagens levam o filme ‘nas costas’: a A Rainha de Copas (Helena Bonham Carter, mulher de Burton), o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) e os irmãos Tweedledum e Tweedledee. Os quatro são maravilhosos, a loucura do Chapeleiro maluco é contagiante, as brigas e expressões dos gêmeos são super engraçadas alem é claro da prepotência da Rainha de Copas . A atriz principal Alice é interpretada por Mia Wasikowska, que não me surpreendeu.

É obvio que amei a versão do Tim Burton, mas não sei se por esperar muito do filme, vi muito uma ‘’versão muito Disney’’ talvez se o filme fosse uma obra apenas de Burton tenho certeza que veríamos as loucuras mais insanas deste mundo.

As imagens você encontra para download no site da Disney.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Steve Bloom


Meu próximo post seria sobre a minha viagem, mas resolvi dar uma pause para falar de um fotógrafo, que na minha concepção é incrível, Steve Bloom. Ele é sul africano e suas primeiras experiências com fotos foram retratando a cultura e as pessoas de seu país.

Captou imagens incríveis, fez os posters oficiais dos jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992. Anos mais tarde concentrou-se apenas em fotografar a vida selvagem, isso já fazem 30 anos.

Atualmente há uma exposição na Escócia, em St. Andrew's Square com fotos do Steve Bloom e suas séries de fotos de animais. Impressionante e indescritível; a exposição é franca e ao ar livre. Dia 16 de maio São cerca de 60 fotos ampliadas que já rodaram grande parte do mundo -- é possível encontrar essas imagens em um dos seus inúmeros lívros publicados chamado "Spirit of the Wild" - Editora Thames & Hudson.


    sexta-feira, 5 de março de 2010

    Que fome...

    De volta ao Brasil, depois de 20 dias fora. Não vou falar muito, pois se falasse não pararia tão cedo, é difícil descrever o quanto essa viagem abriu minha mente.
    Outros lugares, outras pessoas, outros ares, outra cultura... outra cabeça.
    So let's start, Barcelona.
    Vamos começar por La Boqueria, um mercado incrível "como se fosse" o nosso mercadão.
    BARCELONA se come bem com pouco dinheiro (logicamente que nada comparado ao Brasil -- e sim a outros países da Europa).


    Tudo fresco, verduras, frutas e legumes de dar água na boca.


    Chocolates deliciosos, quem ama doce também fica louco nesse lugar, fora a criatividade na hora de criar os docinhos.


    Frutos do mar tão frescos que estavam vivos as 19h. Sensacional, o paraíso gastronômico para quem o procura, quem ama fica louco lá e o preço super barato comparado ao que pagamos no Brasil.

    Viciados em queijo e pimenta, esse é o paraíso. Quase enlouqueci só de olhar e logicamente que dei um jeitinho de trazer umas pimentas e temperos maravilhosos.


    A dica de Barcelona para comer caso queira economizar é:
    Não coma tão próximo a pontos turísticos e muito menos em ruas e avenidas muito conhecidas, são caros e nem sempre tão bons comparado ao preço que se paga; entre nas ruas pequenas que você não da a mínima, la você encontra coisas típicas barato e muito caprichadas, tudo com toque artesanal. Ex. Fuja da Rambla e entre nas ruas que a cortam.

    Caso ainda esteja escolhendo hostel e goste de cozinhar, pegue um que tenha cozinha, obviamente se tiver tempo para cozinhar. Existem mercadinhos baratíssimos, super fofos e com ótima comida, é só usar a criatividade.

    Passando rapidamente por Amsterdam, cidade incrível mas não vamos perder tempo algum nela, quem procura comer bem lá definitivamente não é o lugar; pessoas do mundo inteiro estão lá e a cidade mesmo no inverno lota. Existem diversos restaurantes típicos, italiano, japonês, árabe, fast food, indiano e diversos outros, mas nenhum muito bom. A cidade é cara em todos os aspectos e a qualidade a comida dos restaurantes em geral não é muito boa; logicamente que tudo tem exceções mas no meu caso eu não cheguei a conhece-las. Bom na verdade lá eu comi o melhor hamburger da minha vida, mas infelizmente não me lembro o nome.

    Alemanha, lugar ótimo para quem gosta de comidas pesadas; haja estomago. Existe uma cervejaria super tradicional em Munich chamada Hofbraeuhaus (www.hofbraeuhaus.de), ela existe desde 1500 (foi o local que Hitler fez os primeiros discursos do partido nazista). Pedi o prato mais típico de lá, joelho de porco com batatas alemãs, incrível e para acompanhar tudo isso um copo de 1 LITRO (lá dificilmente você encontra copos de 500 ml) de uma cerveja produzida na própria cervejaria.

    Resumindo a culinária da Alemanha, concluímos que quase tudo é a base de carne de porco e batatas, muitos petiscos de salame, salsichas e afins.

    Fomos a um museu que retratava a antiga Munich (antes da 1º Guerra Mundial), a cultura, os hábitos das famílias, as casas e inclusive os alimentos e adivinhe? Igualzinho a comida Alemã de hoje, nada mudou; os pratos continuam tão tradicionais e fiéis aos pratos de 1800.

    Deu para perceber que eu quase não comi bem nesta viagem. O próximo post será sobre pontos turísticos, pois esse assunto a esse horário me deu uma fome gigante.